Quantas vezes na sua vida você realmente pensou que amava alguém, mas logo se deu conta de que aquilo tudo era uma outra coisa?
Gabito Nunes.   (via impulsionou)

Eu encontrei quando não quis mais procurar o meu amor, e quanto levou foi pr’eu merecer, antes um mês e eu já não sei. E até quem me vê lendo o jornal na fila do pão, sabe que eu te encontrei, e ninguém dirá que é tarde demais, que é tão diferente assim, do nosso amor a gente é que sabe, pequena. Ah, vai, me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém a fim de te acompanhar, e se o caso for de ir à praia, eu levo essa casa numa sacola. Eu encontrei e quis duvidar, tanto clichê, deve não ser, você me falou pr’eu não me preocupar, ter fé e ver coragem no amor. E só de te ver, eu penso em trocar a minha TV, num jeito de te levar, a qualquer lugar que você queira e ir aonde o vento for, que pra nós dois sair de casa já é se aventurar. Ah, vai, me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém a fim de te acompanhar, e se o tempo for te levar eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar.
Los Hermanos (via calibrador)

Ultimamente tenho me sinto tão estressada e sozinha, que estou me tornando fria e desconfiada, e acabo ficando quase sempre sozinha, nada mais me agrada, e tudo tão preto e branco, tão diferente algum tempo atrás, que era tudo colorido, que mais parecia que o mundo era um arco-iris, e agora ta tudo ai sem graça. Parece estranho, mas andar pelas ruas desertas e escuras me acalma. O medo de me machucar me tirou o meu lado doce e meiga e assim, acabo machucando quem não merece só por defesa. Viver sozinha é o meu refúgio.
Anne Ferreira  (via apagadas)

Eu sou vários. Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim. Mas prometo que, se nos sentarmos à mesa, nesse ritual sagrado eu lhe entregarei ao menos um dos tantos que sou, e correrei os riscos de estarmos juntos no mesmo plano. Desde logo, evite ilusões: também tenho um lado mau, ruim, que tento manter preso e que quando se solta me envergonha. Não sou santo, nem exemplo, infelizmente. Entre tantos, um dia me descubro, um dia serei eu mesmo, definitivamente. Como já foi dito: ouse conquistar a ti mesmo.
Nietzsche. (via subtraido)

Eu estou triste, mas vou fingir estar bem pra essa sociedade hipócrita não me julgar.
Rogério Souza  

Desculpa eu sempre tentar sumir assim, mas acho que já esta na hora de tirar um tempo só para mim.
Because, I need your love.   (via diminuida)

Mas eram todos iguais. Todos loucos por atenção, conformados com a mesmice do dia-a-dia, felizes com a rotina. Reclamavam, todos eles, mas não faziam nada para mudar. Eram tão infantis, ou tão adultos, que não pensavam em inovar, não queriam, não ansiavam por um mundo melhor onde a literatura era amada e a poesia apreciada. Estavam contentes com um pouco de dinheiro, bebidas e cigarros. E ela não conseguia entender como alguém poderia pensar desta maneira.
Love or coffe?   (via enflorarme)

— Quem não procura, não sente falta.
— Engano seu. A saudade é grande, mas o orgulho é ainda maior.
  Caio Fernando Abreu. (via stringency)

É isso que o amor faz quando é certo. Ele torna você algo maior do que é, maior do que acredita ser capaz de ser. Isso é certo.
Convergente (via estacaodoslivros)

Eu estou triste, mas vou fingir estar bem pra essa sociedade hipócrita não me julgar.
Rogério Souza  (via umrealista)

Filosofia unicorniana: Reblogo, logo existo.


Deixei o rancor e o orgulho de lado. Pra que complicar a vida se ela já é tão complicada? Quero conhecer pessoas, descobrir mundos e me descobrir, quero ser eu mesmo e me sentir orgulhoso pelo que fiz, quero acordar e não me sentir culpado por tudo, quero ao menos tentar ser uma outra pessoa, ser a pessoa que eu sempre quis ser mas nunca tive coragem pra isso, ser eu mesmo sem medos.
Gabriel Sander.   (via verbissimo)

Quem me ensinou a amar os livros foi meu pai. Eu tinha oito anos quando o velho me chamou para ler com ele Os Sertões, de Euclides da Cunha. Foi o primeiro livro que eu li. As palavras difíceis ele me explicava. As passagens complicadas ele me esclarecia. Foi assim que eu entrei nessa floresta de letras que se chama literatura. Aí pelos onze anos, comecei a querer também fazer livros. Garoto do interior e do mato, eu era fascinado pelo mar. Peguei um caderno de escola e juntei nele tudo o que eu sabia sobre os oceanos, algas e peixes. Foi meu primeiro livro, O mar e seus mistérios. A mania não me largou mais. Aos doze anos, meti na cabeça que queria ser monge. Entrei para o Mosteiro de São Bento, em São Paulo, onde fiquei dois anos. No Mosteiro, aprendi latim e grego. A mania de escrever se agravou ainda mais. Li e estudei toda a literatura grega e latina, no original. Um dia, vi uma foto de Brigite Bardot na capa de uma revista. E saí do Mosteiro. Fazer poemas já era um vício diário. De volta a Curitiba, tornei-me o freqüentador mais assíduo da Biblioteca Pública - que cheguei a conhecer como se fosse a minha casa. Li estante após estante. Sobretudo, li todos os poetas modernos do Brasil: Mário de Andrade, Drummond, Cabral, Vinícius, Murilo Mendes, Ribeiro Couto, Cassiano Ricardo, Guilherme de Almeida, o que pintasse. Aos dezessete anos, tomei conhecimento da Poesia Concreta, que então fazia furor em São Paulo e Rio, agitando as cabeças. Aquela coisa de mexer com a linguagem mexeu comigo para sempre. Nessa época, entrei em contato com o haicai japonês. Tinha começado a treinar judô. Haicai, judô, comecei a aprender japonês, língua que estudo até hoje, com o mesmo fascínio inicial. Em 1964, saíram publicados os meus primeiros poemas experimentais na revista Invenção, dos poetas concretistas de São Paulo. Eu tinha vinte anos então. Em 1967, mais ou menos, tive a minha primeira grande intuição, o filósofo Renê Descartes no Brasil holandês, em Recife. Com essa idéia, comecei a escrever o Catatau, que me tomou anos. Em 1975, saiu publicado o Catatau, em Curitiba, às minhas próprias custas. O livro fez o escândalo que seus exageros mereciam. Aí, eu já tinha me tomado de amores pela música popular, tocava violão e fazia letras, apaixonado por Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque de Holanda. Em 1980, publiquei, em Curitiba, independente, dois livros de poemas: Não fosse isso e era menos, não fosse tanto e era quase e Polonaises. Em inícios de 80, a Editora Brasiliense de São Paulo e eu nos descobrimos. De lá para cá, publiquei quatorze livros pela Brasiliense, entre livros de poemas (Caprichos e relaxos, Distraídos venceremos), romance (Agora é que são elas), traduções e biografias. Nesse tempo todo, faço poemas sem parar. É como poeta que me vejo. Estou condenado a transformar minha vida em palavras. Traduzir, melhor dizendo.
Paulo Leminski, em Numa Floresta de Letras.   (via serenizou)

E ela te ama muito, nunca duvide disso garoto. Ela te ama como nenhuma outra. Ela te ama, mesmo com seus mil defeitos. Ela te ama de graça, independente do que você faça. Ela te ama mesmo sabendo que você não sente o mesmo por ela.
crdt

O engraçado é que quando esquecemos as pessoas, elas voltam do nada pra atormentar.
Agnes. 

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